Concurso RdM - As Piores Capas de Disco Segunda Votação









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Estou consciente que, ao postar aqui esta capa, perco qualquer credibilidade que ainda pudesse ter. Em meu favor, apenas posso dizer que não teria imaginação para tanto nem sou tão versado em manipulação de imagens.Etiquetas: Capas de Disco, Rantas
Não sei o que dizer sobre esta história do Damião. Uma viagem pelo deserto interrompida por uma explosão assustadora, tão assustadora que o pobre do Damião julgou que ia morrer. Daí ter pedido à sua companheira de viagem que se inclinasse um pouco, para que ele pudesse ver melhor a explosão e preparar-se para o fim, mediante umas rezas que ele lá sabia. Etiquetas: Capas de Disco, Rantas
Ainda os Regurgitate (há grupos que são uma mina, quando se trata de pesquisar as piores capas de disco).Etiquetas: Capas de Disco, Rantas
Atente-se na magnífica composição gráfica que os Regurgitate criaram para esta fabulosa capa de disco. Mais importante do que a música que contém, esta capa é, por si só, argumento suficiente para se comprar o disco. Nem que seja para pendurá-la na sala, como peça de arte originalíssima que é. Etiquetas: Capas de Disco, Rantas
Confesso que tive algumas dúvidas sobre postar hoje uma capa de disco. É que, olhando para a esmagadora maioria das capas que compõem o meu portfollio, tive receio de ser mal interpretado e ser acusado de estender a campanha pelo SIM para além do limite legal. É por isso que, em véspera do referendo sobre o aborto, tive de me coibir e deixar aqui uma imagem que, em rigor, não é uma das piores. É, concedamos, apenas sofrível. Risível, vá. Mas definitivamente não é das piores.Etiquetas: Capas de Disco, Rantas
Esta capa é refrescante. The Hawaiians acertaram na mouche. Quem olha para esta capa pensa logo em praia. Enfim, praia ou outra possibilidade de meter a cabeça debaixo de água, tal é o susto. Mas o que será isto? Parece o resultado apurado de gerações e gerações de consanguinidade. A música pimba não foi inventada em Portugal, de facto. Não é preciso ouvir este disco para o afirmar. Uma nota final para o cabelo da senhora - a ela e à laca que ela usou podemos agradecer grande parte do buraco do ozono. Este disco é notoriamente inimigo do ambiente. Eu diria que até pode ser tóxico para quem arriscar ouvi-lo...Etiquetas: Capas de Disco, Rantas
Poucos comentários haverá a fazer sobre esta capa memorável. Vê-se que José Angel, ao publicar esta fotografia, acreditava estar numa Cruzada - o seu ar compenetrado e sério não deixa espaço para dúvidas. Mais do que isso - o suor e o sebo que lhe cobrem a fronte dão nota da atitude militante de José Angel, esse lutador. Se houvesse Justiça no Mundo, "Madre, Soy Cristiano Homosexual" teria um lugar cativo nos anais da luta pelo direito à diferença, pelas minorias e essas tretas. Como o Mundo não é justo, fica apenas como um documento comprovativo em como os homossexuais não são todos bem-parecidos como séries americanas como Will & Grace nos querem fazer crer. Também os há assim, paneleiros com um ar de camionista ressabiado, a quem nem a camisa havaiana salva. Etiquetas: Capas de Disco, Rantas


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Há fenómenos curiosos. Os anos 70 constituíram uma época engraçadíssima sob vários pontos de vista, entre os quais sobressai o musical. Foi a época áurea do disco sound, do afro-look, da música de dança, das coreografias abichanadas, das coreografias machonas (peitos peludos debaixo de um fio de ouro a dançar à Travolta), dos Village People, dos Boney M, de Donna Summer e de tantos outros...
É curioso que durante muito tempo esse tipo de música foi associado a um certo mau gosto, tendo sido agora totalmente reabilitado - enfim, continuam a existir peças justamente votadas ao esquecimento, como o inenarrável Born to be alive, de Patrick Hernandez (aaargh!).
Os Bee Gees apareceram um pouco mais tarde, mas cavalgaram valentemente a onda do disco sound e do estilo cultivado na altura. Cantando em voz de falsete, tornaram-se naturalmente adorados por uns e vilipendiados por outros. Agora, uns 30 anos depois, já não despertam animosidade, apenas libertam (boas) memórias de outros tempos.
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Da "onda" de rock português iniciada por Rui Veloso e onde pontificaram Xutos, UHF (Rua do Carmo, Cavalos de Corrida), Táxi (Chiclete, Eu fui à Rosete), GNR, Salada de Frutas (Se cá nevasse fazia-se cá esqui), Grupo de Baile (Perfume Patchouli), entre outros (os Mler If Dada apareceram mais tarde, não foi?), os "Já Fumega" foram os meus preferidos. Grupo dirigido por Luís Portugal, teve várias músicas excelentes - Latin'América, A Ponte é uma passagem, Nó Cego, etc.Etiquetas: Capas de Disco, Memórias, Memórias da Adolescência, Rantas

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